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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mudanças Climáticas - Mudanças Ambientais - Mudanças Pessoais

texto do blog: Eco-Urbano:

Mudanças Climáticas

Desde setembro ou outubro de 2007 fico pensando que preciso escrever algo “ambiental” sob um ponto de vista diferenciado. Tanto protelei que acabou se tornando assunto do Blog Action Day, cuja proposta é Climate Changes - Mudanças Climáticas. Um texto ilustrativo... um "continho" para levantar discussão e questionamentos.

Quem é da área ambiental ou quem é bom ob
servador sabe que está tudo integrado, então, prefiro escrever sobre Mudanças Ambientais. Afinal, mudanças de clima interferem no ambiente e mudanças no ambiente interferem no clima, é um sistema acoplado. Se não houvesse efeito estufa no princípio dos tempos quando a Terra era bem “novinha”, não haveria vida como temos hoje, poderia ter ocorrido, mas seria diferente. Então, efeito estufa na medida certa retém calor e umidade no planeta, criando um ambiente adequado para a vida como temos no presente. Gases que geram o efeito estufa podem ser de origem natural, por exemplo, advindos de vulcões e, podem ocorrer esses gases devido às ações antrópicas, principalmente nas atividades industriais e, depois, dos produtos industrializados, por exemplo, os carros que consomem combustíveis fósseis.

Dá pra perceber a cadeia aumentando? Tudo o que dizem ser “prejudicial”, assim é, devido ao exagero, ao acúmulo e à superprodução.

Devemos perceber e nos conscientizar que a Terra por si é auto-sustentável, auto-reciclável: o que ela produz, ela reassimila transformando em outras “coisas” que serão, novamente, reassimiladas e transformadas novamente.

Para facilitar a visão e o entendimento, vamos
“pular” a parte da “evolução passada” da vida e vamos para um mundo hipotético bastante parecido com o nosso, com o que conhecemos, mas com foco bastante simplificado, para não nos confundirmos com as complexidades. Neste mundo hipotético existem animais, vegetais e minerais, as criações humanas e os próprios humanos ficam de fora como observadores. Vemos: animais e plantas interagindo sobre o planeta, plantas como alimento de animais, animais como alimento de outros animais, os excrementos dos animais adubando o solo, ou até mesmo funcionando na dispersão de sementes para lugares mais distantes; os animais morrem e por ação de microrganismos, comumente bactérias – Ah, sim! Sempre acham que micróbios só servem para “incomodar” trazendo doenças, mas se não fossem eles trabalhando como usinas de reciclagem, o mundo seria puro lixo acumulado. – que têm por função ou trabalho decompor a matéria em partículas ou moléculas que serão reaproveitadas como nutrientes pelas plantas!

Isso foi bem simples de enxergar? Mas já mostra uma teia complexa das interconexões na Terra. De certa forma, foi tudo simples, natural, “
produzido pela Terra” e os organismos, as vidas têm noção de seu papel e vão realizando, trabalhando, cada um na sua função, ninguém é melhor nem pior do que ninguém, cada um sabe a imensa importância que tem na manutenção da vida, na sustentabilidade.

Além de ciclos biológicos, temos outros ciclos, ou trabalhos que são realizados na Terra para que “tudo aconteça como tem que acontecer” perpetu
ando a vida. Em algumas épocas, num mesmo ano ou volta da Terra em torno do Sol – É, ainda não havia falado sobre ele, mas sem ele também não teríamos vida como conhecemos, é ele quem dá energia para as plantas e as algas crescerem e combinarem os nutrientes do solo e virarem plantas e algas (biomassa). Nestes aumentos ou diminuições de temperaturas anuais – que ocorrem porque às vezes a Terra faz dança de roda mais perto ou mais longe do Sol – as folhas caem e de novo entram os microrganismos em ação para reciclar e retornar nutrientes ao solo que poderão ser usados pela mesma planta ou por outras; depois vem a fase das flores que além de enfeitarem, servem para as abelhas, borboletas e beija-flores passarem por ali e “pegarem pólen” e ao irem para outras plantas os polens de diversas flores “se juntam” e produzem frutos que servem de alimento para diversos animais e produzem sementes que darão origem a outras plantas... Por isso tem tantas plantas por aí e, olha que já existiram muito mais!!!
Além desses movimentos de roda, a Terra vira cambalhota, é algo que ninguém vê, mas muitos cientistas já falaram sobre inversão polar: bem simples, transforma o pólo sul em norte e o pólo norte em sul!

– Ein?

Imaginemos que o norte é a cabeça da Terra (normalmente acham que é mesmo) e que os pés seriam o pólo sul... Aí, a Terra resolve virar cambalhota ou “andar de bananeira”, com os pés para cima e a cabeça para baixo. Isso provoca imensas mudanças, afinal, ninguém consegue ficar andando assim o tempo todo... Claro, que como a Terra não tem pé e nem cabeça, para ela tanto faz... Mas as pessoas ficam meio desorientadas com isso, não só as pessoas, mas também os animais e tudo mais, inclusive os minerais. – Ah, sim! Estes que são importantes para justificar que às vezes, a terra vira cambalhotas, porque a orientação magnética (norte-sul) acaba ficando registrada nas camadas de solo que vão sendo compactadas e armazenadas ao logo do tempo. Isso já aconteceu antes e sempre pode estar acontecendo de novo... E lá vai mais uma mudança natural da terra.

Agora, vamos colocar a humanidade, esses seres tão criativos que tudo transformam e tudo mudam de acordo com sua vontade. As pessoas ficam misturando tudo e recriando à sua visão, descobrem muitas coisas além do que foi contado, descobriram recursos sob o solo, sob as pedras, em vários lugares... É, seres humanos são muito curiosos e criativos e foram inventando coisas a partir da modificação das “coisas da Terra”... Aí, chegou o problema, aquilo que os seres humanos criaram não foi a Terra que criou... Por isso, ela não consegue reassimilar, reciclar e nem os organismos todos que vivem na Terra sabem o que fazer com essas criações dos seres humanos... Só quem pode fazer isso, quem tem condições de fazer isso é a própria humanidade... E essas criações geraram mudanças além das que a Terra estava acostumada.


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Abordagem Pedagógica

Este texto pode ser trabalhado por qualquer pessoa e para qualquer idade. É um texto com detalhes que levam à reflexão, podendo ser abordado por diversas disciplinas, podendo aprofundar no assunto de interesse para discussões ou condução de pesquisas.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Máquina dos Sonhos - parte 3 - Capitão Planeta

Nesta, terceira e última parte, vem o fechamento de ideias. Explosão dos conflitos, busca de soluções - lembrando que não dá pra "invocar o Capitão Planeta' - devemos pensar em conjunto, unindo forças pra buscar soluções e colocá-las em ação.

E a finalização que mostra que tudo vem de algum lugar e vai parar em outro, devendo pensar antes de se comprar as coisas....

Máquina dos Sonhos - parte 2 - Capitão Planeta

Nessa segunda parte dá pra se "pensar no consumismo"; conflitos gerados entre as pessoas pelos mais diversos fatores; que todo produto necessita de recursos para produação que vêm da exploração dos recursos naturais que em sua maioria são finitos ou não-renováveis se preferirem; nos impactos ambientais gerados pelas diversas atividades humanas.

Um destaque para os problemas relacionados à água: poluição, escassez, conflitos gerados em torno da água.


Máquina dos Sonhos - parte 1 - Capitão Planeta

Para quem não conhecia, esse desenho animado é bem interessante.
Apresenta muito elementos de ecologia fantasiando algumas coisas para que possamos ver "mais rapidamente" os processos....

Nesse episódio em especial, são vários os elementos que podem ser trabalhados na Educação Ambiental. Começando pela produção de bens de consumo.... e o enredo segue com outros elementos nas demais partes....

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A Arte do Brincante para Educadores

A Arte do Brincante para Educadores é um curso anual, organizado em oito módulos mensais, e tem como objetivo instrumentalizar educadores do Ensino Fundamental e Médio da rede pública, para a prática pedagógica de atividades referenciadas na cultura popular brasileira. O curso, além de divulgar aos educadores a diversidade da cultura brasileira, tem como objetivo preparar esses profissionais para o uso dessas manifestações artísticas.
Com o apoio do IMPAES | Instituto Minidi Pedroso de Arte e Educação Social no ano de 2009, serão oferecidas 45 vagas gratuitas para professores da rede pública de ensino.
O curso oferece a educadores o estudo e a prática de um repertório de cantos, danças, histórias, jogos, toques instrumentais, brincadeiras e brinquedos provenientes da cultura popular brasileira. Ao longo dos oito módulos, o curso também incentivará a reflexão sobre a importância da arte brasileira na formação de crianças e adolescentes.
Importante !
No Instituto Brincante a Cultura Popular é entendida como uma possibilidade de escolarização para o crescimento individual e nunca como um fim em si mesma, sendo assim, pedimos aos possíveis alunos que antes de se inscreverem, leiam atentamente os objetivos e as condições para participar dos cursos gratuitos, para que as vagas sejam preenchidas por aqueles que realmente querem e podem fazer os cursos.
Quem poderá participar?
Professores da rede pública (Municipal ou Estadual) de Educação Infantil, Ensino Fundamental e/ou Ensino Médio que possuam vínculo empregatício.
Horário e período do curso
O curso será dividido em 8 módulos ao longo do ano de 2009.
Terças-feiras - Das 14h00 às 18h00
no período de 3 de março a 24 de novembro de 2009 (férias em julho).

Mais informações e inscrições: http://www.teatrobrincante.com.br

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Trocando Letras

Do "Trocando Letras" : http://trocandoletras.zip.net/

Postando conhecimento

Participei, juntamente com a professora Andréa Barreto Poça , de uma matéria sobre a utilização de blogs na educação publicada no site Microsoft educação.
Professores fazem uso do blog como ferramenta educacional
Que a internet é uma realidade cada vez mais presente em nosso cotidiano, muita gente já sabe. Também é verdade que as crianças tomam contato com o computador cada vez mais cedo, seja para brincar, interagir ou estudar. Segundo uma pesquisa do Ibope, nos últimos anos, o número de pessoas na web com idade entre 2 e 11 anos cresceu consideravelmente.

Conhecendo esta realidade da rede mundial e fazendo uso de conhecimentos de ferramentas na web, alguns educadores passaram a enxergar uma possibilidade de comunicação e uma maneira de ensinar de forma descentralizada por meio de um recurso chamado blog, ou seja, registros freqüentes de informação que um autor queira disponibilizar.

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sábado, 23 de agosto de 2008

Blog e educação

No mundo dos blogs – o diário virtual na escola

Blog é uma abreviação da palavra Weblog: Web (rede, teia) e log (registro). É um diário virtual que pode ser educacional, familiar, pessoal e comunitário. Sua principal característica é a facilidade de criação e publicação de novos conteúdos na Internet pelo criador do blog e pelos visitantes, possibilitando a comunicação rápida, simples e organizada.
No âmbito educacional, o uso do blog pode potencializar processos de colaboração, o exercício da expressão criadora, a valorização da produção com significado social, a autoria e o protagonismo. Estimula também a leitura, a escrita e produção em outras linguagens, podendo constituir redes sociais e de saberes.
Nesse sentido, é uma importante ferramenta que possibilita o desenvolvimento de aprendizagens relativas à comunicação digital e à postura autoral na Internet, por meio da publicação de conteúdos.

(Fonte: EducaRede.Org - Para ler mais, clique aqui...)