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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mudanças Climáticas - Mudanças Ambientais - Mudanças Pessoais

texto do blog: Eco-Urbano:

Mudanças Climáticas

Desde setembro ou outubro de 2007 fico pensando que preciso escrever algo “ambiental” sob um ponto de vista diferenciado. Tanto protelei que acabou se tornando assunto do Blog Action Day, cuja proposta é Climate Changes - Mudanças Climáticas. Um texto ilustrativo... um "continho" para levantar discussão e questionamentos.

Quem é da área ambiental ou quem é bom ob
servador sabe que está tudo integrado, então, prefiro escrever sobre Mudanças Ambientais. Afinal, mudanças de clima interferem no ambiente e mudanças no ambiente interferem no clima, é um sistema acoplado. Se não houvesse efeito estufa no princípio dos tempos quando a Terra era bem “novinha”, não haveria vida como temos hoje, poderia ter ocorrido, mas seria diferente. Então, efeito estufa na medida certa retém calor e umidade no planeta, criando um ambiente adequado para a vida como temos no presente. Gases que geram o efeito estufa podem ser de origem natural, por exemplo, advindos de vulcões e, podem ocorrer esses gases devido às ações antrópicas, principalmente nas atividades industriais e, depois, dos produtos industrializados, por exemplo, os carros que consomem combustíveis fósseis.

Dá pra perceber a cadeia aumentando? Tudo o que dizem ser “prejudicial”, assim é, devido ao exagero, ao acúmulo e à superprodução.

Devemos perceber e nos conscientizar que a Terra por si é auto-sustentável, auto-reciclável: o que ela produz, ela reassimila transformando em outras “coisas” que serão, novamente, reassimiladas e transformadas novamente.

Para facilitar a visão e o entendimento, vamos
“pular” a parte da “evolução passada” da vida e vamos para um mundo hipotético bastante parecido com o nosso, com o que conhecemos, mas com foco bastante simplificado, para não nos confundirmos com as complexidades. Neste mundo hipotético existem animais, vegetais e minerais, as criações humanas e os próprios humanos ficam de fora como observadores. Vemos: animais e plantas interagindo sobre o planeta, plantas como alimento de animais, animais como alimento de outros animais, os excrementos dos animais adubando o solo, ou até mesmo funcionando na dispersão de sementes para lugares mais distantes; os animais morrem e por ação de microrganismos, comumente bactérias – Ah, sim! Sempre acham que micróbios só servem para “incomodar” trazendo doenças, mas se não fossem eles trabalhando como usinas de reciclagem, o mundo seria puro lixo acumulado. – que têm por função ou trabalho decompor a matéria em partículas ou moléculas que serão reaproveitadas como nutrientes pelas plantas!

Isso foi bem simples de enxergar? Mas já mostra uma teia complexa das interconexões na Terra. De certa forma, foi tudo simples, natural, “
produzido pela Terra” e os organismos, as vidas têm noção de seu papel e vão realizando, trabalhando, cada um na sua função, ninguém é melhor nem pior do que ninguém, cada um sabe a imensa importância que tem na manutenção da vida, na sustentabilidade.

Além de ciclos biológicos, temos outros ciclos, ou trabalhos que são realizados na Terra para que “tudo aconteça como tem que acontecer” perpetu
ando a vida. Em algumas épocas, num mesmo ano ou volta da Terra em torno do Sol – É, ainda não havia falado sobre ele, mas sem ele também não teríamos vida como conhecemos, é ele quem dá energia para as plantas e as algas crescerem e combinarem os nutrientes do solo e virarem plantas e algas (biomassa). Nestes aumentos ou diminuições de temperaturas anuais – que ocorrem porque às vezes a Terra faz dança de roda mais perto ou mais longe do Sol – as folhas caem e de novo entram os microrganismos em ação para reciclar e retornar nutrientes ao solo que poderão ser usados pela mesma planta ou por outras; depois vem a fase das flores que além de enfeitarem, servem para as abelhas, borboletas e beija-flores passarem por ali e “pegarem pólen” e ao irem para outras plantas os polens de diversas flores “se juntam” e produzem frutos que servem de alimento para diversos animais e produzem sementes que darão origem a outras plantas... Por isso tem tantas plantas por aí e, olha que já existiram muito mais!!!
Além desses movimentos de roda, a Terra vira cambalhota, é algo que ninguém vê, mas muitos cientistas já falaram sobre inversão polar: bem simples, transforma o pólo sul em norte e o pólo norte em sul!

– Ein?

Imaginemos que o norte é a cabeça da Terra (normalmente acham que é mesmo) e que os pés seriam o pólo sul... Aí, a Terra resolve virar cambalhota ou “andar de bananeira”, com os pés para cima e a cabeça para baixo. Isso provoca imensas mudanças, afinal, ninguém consegue ficar andando assim o tempo todo... Claro, que como a Terra não tem pé e nem cabeça, para ela tanto faz... Mas as pessoas ficam meio desorientadas com isso, não só as pessoas, mas também os animais e tudo mais, inclusive os minerais. – Ah, sim! Estes que são importantes para justificar que às vezes, a terra vira cambalhotas, porque a orientação magnética (norte-sul) acaba ficando registrada nas camadas de solo que vão sendo compactadas e armazenadas ao logo do tempo. Isso já aconteceu antes e sempre pode estar acontecendo de novo... E lá vai mais uma mudança natural da terra.

Agora, vamos colocar a humanidade, esses seres tão criativos que tudo transformam e tudo mudam de acordo com sua vontade. As pessoas ficam misturando tudo e recriando à sua visão, descobrem muitas coisas além do que foi contado, descobriram recursos sob o solo, sob as pedras, em vários lugares... É, seres humanos são muito curiosos e criativos e foram inventando coisas a partir da modificação das “coisas da Terra”... Aí, chegou o problema, aquilo que os seres humanos criaram não foi a Terra que criou... Por isso, ela não consegue reassimilar, reciclar e nem os organismos todos que vivem na Terra sabem o que fazer com essas criações dos seres humanos... Só quem pode fazer isso, quem tem condições de fazer isso é a própria humanidade... E essas criações geraram mudanças além das que a Terra estava acostumada.


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Abordagem Pedagógica

Este texto pode ser trabalhado por qualquer pessoa e para qualquer idade. É um texto com detalhes que levam à reflexão, podendo ser abordado por diversas disciplinas, podendo aprofundar no assunto de interesse para discussões ou condução de pesquisas.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Plantando na Cidade

Como o que é bom é pra ser visto e divulgado, resolvi colocar esse video aqui. O projeto é desenvolvido numa faculdade particular, de onde faço parte de um programa de extensão comunitária... Cantarolo por lá uma vez por semana em ensaios... e tenho achado muitos programas e projetos interessantes por lá...

Segue a informação:


Para saber mais sobre o Plantando na Cidade clique!

E prestem atenão nas informações do site, tem uma cartilha!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Educação pelo lixo

Porque não são apenas os "ambientes naturais que devem ser preservados". Ambientes urbanos também têm vida!

Trazendo uma colaboração do blog "Bubbles in the water" para o blog Coletivo ZN:

Por Edmilson Silva*

Uma das cenas mais futuristas que já vi no cinema foi em Inteligência Artificial, filme de 2001 do diretor Steven Spielberg, e não se refere ao excesso que a mastigação não deu conta e fez soçobrar espinafre pela pálpebra inferior esquerda do menino David Swinton (Haley Joel Osment), na hora da refeição, mas sim o lixão em que se pode “pescar” um braço, uma perna ou outra parte do corpo substituída. O filme retrata o mundo em meados do século XXI, depois que as calotas derreteram e a maioria das cidades litorâneas estava parcialmente submersa. E único recurso que a humanidade conta para controlar essa catástrofe é um supercomputador, independente, dotado de inteligência artificial.

O lixo é algo com que convivemos, mas nem sempre nos acostumamos a fazê-lo de forma adequada, racional, civilizada. Associado ao que é desprezível, à sujeira, não raro a criança aprende, desde cedo, a se livrar o quanto antes dele: “Isso é lixo”, “joga isso no lixo”, “não vem com esse lixo pra cá não”, são ordens repetidamente ditas.

Essa estranha convivência, que faz com que o lixo seja vivenciado como se este fosse algo extraterreno, nos leva a encarar o povo da varrição - garis, em carioquês, por conta da história de um senhor que tinha o sobrenome gari e vivia de limpar as ruas no Rio de Janeiro - como cidadãos de terceira classe. Antes da recente crise do emprego e da instituição dos concursos, para se alcançar um desses postos, o cargo de gari era praticamente reservado aos negros, pois ninguém queria ter uma profissão que os aproxima dos urubus, cujo papel saneante, devido à forma como se alimentam, é bastante conhecida.

Embora tido como algo abominável, o lixo, todos sabemos disso, tem valor agregado e é permanente fonte de preocupação para os governos. E os catadores de lixo, que ganharam essa nomenclatura digamos quase recente de recicladores, sabem o quanto. E tem mais: o lixo nos acompanha em casa e nos shoppings, nas praças e nos supermercados, nas escolas, nas festas, então, nem se fala. O lixo nos acompanha até na chamada hora fatal.

Só que nessas ocasiões, com exceção do último exemplo, as pessoas convivem numa boa com o lixo: os automóveis e ciclomotores, as embalagens as mais diversas, as flores mais variadas também, as cascas das frutas e frutos, os cigarros. E por aí vai. Mas quando a embalagem deixa de conter o produto, as flores murcham, os endocarpos das frutas e frutos são consumidos e o cigarro chega na guimba, o lixo ganha outra conotação e vira problema. Problema pessoal, das cidades, problema mundial. E desse problema, a que quase sempre nos referimos às toneladas, não está livre sequer o espaço sideral, com algumas de suas órbitas saturadas por detritos espaciais.

O lixo também já é fonte de tensões diplomáticas. E não nos deixa mentir o recente imbroglio envolvendo o Reino Unido e o Brasil, com relação aos contêineres contendo aparas as mais diversas, assim como as imagens de lixões tecnológicos em alguns países do Continente Africano. Um problema que cresce na mesma proporção em que se consolida o individualismo das pessoas: elas querem consumir e quando este sonho se realiza, o lixo associado a esta prática deixa de ser um problema dele, o consumidor. O zelador do prédio que se vire; o gari que se dane; o reciclador dá um jeito nisso.

Sem nos atermos à questão da miséria absoluta e que leva a infortúnios como o recente esmagamento de uma criança por um dos tratores responsáveis pela prensa dos materiais em um lixão de Maceió, pois ele teria sido vencido pelo cansaço de um dia inteiro à cata de víveres, ou à quantidade de gente que, ao longo do mundo, se “alimenta” dos restos levados para os aterros sanitários, o lixo requer tratamento profissional pelas autoridades públicas. E mais do que isso: pressupõe, necessariamente, a educação ambiental das novas gerações para a convivência racional com o lixo.

Evidentemente, que muito já se caminhou no que diz respeito à reciclagem de itens que vivem a emporcalhar a Terra, mas devemos exigir que os utilizadores do plástico como embalagem sejam mais ativos e consequentes em relação às mensagens pró-educação do usuário nos rótulos de seus produtos, enquanto a coleta seletiva não se universaliza. E as usinas de lixo também.

Além disso, cabe aos governos, que tanto gastam com publicidade e propaganda, utilizar os espaços de mídia a que têm direito para veicular mensagens relacionadas à educação para o lixo ou com o lixo. Não há por que os governos federais fazerem de conta que o lixo é um problema apenas das companhias de limpeza das cidades, principalmente diante da população deseducada que temos.

No plano individual, não seria muito pedir que as pessoas dediquem ao meio ambiente mais direto, a rua em que mora - para que pare de vicejar a falsa idéia de que meio ambiente está diretamente relacionado à preservação da Mata Atlântica e dos mananciais - se não tanto, boa parte do zelo que mantém com seus bichos de estimação, principalmente os cachorros. Apenas para ficar em um exemplo, o que somos obrigados, no dia a dia, a desviar dos “vidros” deixados pelos donos desses animais nas ruas das cidades não é brinquedo não.

“Vidros” que acabam secando, se transformando em pó, contaminando o ar, os são diluídos pelas chuvas e vão para as galerias de águas pluviais e se somam às do rio ou da represa que abastece as nossas cidades. Águas batizadas e que chegam às torneiras de nossas casas, depois de serem quimicamente lavadas.

Se você chegou até aqui e está achando que sou um defensor da educação pelo lixo, acertou. A Terra está esquentando, as geleiras derretendo, e há até, no mais recôndito dos mares uma imensa ilha de dejetos, espécie de redemoinho que remete ao brasão roto da modernidade, mas o que tem de gente que pouco está se lixando para as condições de vida no planeta, não é pouca não.

* Edmilson Silva é jornalista, especializado em Ciências e colunista de Plurale, colaborando com um artigo por mês. (edmilson.oliveiradasilva@gmail.com)


(Envolverde/Revista Plurale)



segunda-feira, 8 de junho de 2009

Filme "Home"

Com uma combinação de sons, imagens impressionantes da Terra vista do céu e uma narração sobre os danos ambientais causados pela humanidade ao planeta, o documentário Home – Nosso Planeta, Nossa Casa é um projeto ambicioso do cineasta Luc Besson e do diretor Yann Arthus-Bertrand que tem como objetivo despertar a atenção para a devastação ambiental e chamar uma ação global. Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil

E para alcançar o maior número possível de pessoas, Bertrand e Besson decidiram lançar o filme gratuitamente, em 87 países com dublagens em 14 línguas. Tudo isso, no dia Mundial do Meio Ambiente, dia 5 de junho. “O que eu realmente quero é que as pessoas cujo consumo tem um impacto direto sobre a Terra, percebam a necessidade de mudar seu modo de vida depois de assistirem o filme”, afirma Bertrand.

O diretor, que ficou mundialmente conhecido pelas fotos áreas que fez de diversas partes do Planeta, explica que o filme revela a atual situação do Planeta, enquanto afirma que a solução existe. “Sofremos um grande impacto sobre Terra, mais do que poderíamos suportar. Nós consumimos em excesso e estamos extinguindo os recursos da Terra. Do ar, é fácil ver as feridas da Terra”, diz.

A narração, segundo Bertrand, foi inspirada no trabalho de Lester Brown, o famoso ambientalista americano e pelo seu livro O Estado do Mundo (State of the World). Além disso, o diretor contou com a colaboração de amigos como Isabelle Delannoy, minha colaboradora de longa data, e o músico francês Armand Amar, especializado em músicas do mundo e vozes. “Eu queria esse tipo de mistura cultural para a trilha sonora”, ressalta.

Besson comenta que, ao conhecer Yann, já pensava em como usar trinta anos de experiência no cinema para ajudar à causa ambiental, pelo qual tem grande afinidade desde criança. “Eu estava pronto e Yann foi a primeira pessoa a me dar a oportunidade de mostrar que eu me importava. Por isso aderi ao projeto imediatamente.”

Para garantir que o filme fosse visto por todos de forma gratuita, Bertrand e Besson contaram com o patrocínio da PPR, que investiu € 10 milhões ao longo de três anos. Várias ações no mundo marcarão seu lançamento na próxima sexta-feira, como exibição ao ar livre no Central Park, em Nova York, e no Champs de Mars, em frente à Torre Eiffel, em Paris.

Assista o trailler:


Para baixá-lo na internet (a partir do dia 5), assistir o trailer e saber mais sobre o filme, acesse o site http://www.home2009.com.br





Do blog: Bubbles in the water

terça-feira, 25 de novembro de 2008

PROJETO MEIO AMBIENTE RECICLAR PARA NÃO DESPERDIÇAR COM ÊNFASE NO AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS DE VALORES SOCIAIS

PROJETO MEIO AMBIENTE
E.E.Yolando Mallozzi
“Consciência ambiental através de mudança de conduta e de valores ”

RESUMO

O projeto surge da necessidade em que se encontra o meio ambiente, há urgência em se estabelecer um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, da responsabilidade e da solidariedade. À medida que a humanidade cresce suas necessidades de intervirem no meio em que vivem acompanham esse crescimento. Todo indivíduo tem a capacidade de desempenhar papéis importantes na melhoria do planeta. Aos educadores cabe a responsabilidade de despertar no aprendiz o senso de auto-estima e confiança indispensáveis para que acredite o suficiente em seus potenciais e passe a exercer plenamente sua cidadania.


INTRODUÇÃO

Vale observar que no contexto educacional a linguagem escrita e oral ainda tem ocupado o centro das intervenções pedagógicas, em detrimento de outras linguagens que também são importantes na formação humana, por isso a escola precisa levar em consideração, além da escrita e da oralidade, a dramatização, a música, o toque, o ritmo, a dança, a brincadeira, o jogo, as atividades físicas, enfim as inúmeras formas de manifestações corporais.
O brincar deve ocupar um lugar de destaque no trabalho pedagógico, principalmente nas aulas de Atividades Esportivas Motoras. Brincar de diferentes formas, diferentes tempos e espaços. Construir brinquedos, utilizar diferentes objetos durante as brincadeiras, ressignificando-as pela imaginação e criando múltiplas formas de brincar e desta maneira fazê-los compreender a necessidade de fazermos algo pelo nosso planeta, pois ao brincar o aluno representa a realidade utilizando-se de símbolos e desta forma, vai se apropriando e construindo significados, valores e conhecimentos sobre a cultura e amplitude de seus atos.
Para tanto pretendemos conseguir com este projeto que eles percebam a importância da reutilização de materiais, evitando dessa maneira o consumo desordenado e desnecessário, pois quando perceberem que é possível desenvolver atividades com material reciclado e o mais importante feitos por eles, de maneira que poderão entender e visualizar que esta é uma das formas de colaborarmos com o meio em que vivemos, evitando desperdício e conseqüentemente deixando de retirar do meio ambiente aquilo que já temos, basta apenas sermos criativos e amarmos nosso planeta, pois quem não ama não cuida desta maneira fica mais claro perceber a importância social e ambiental deste projeto.
Ao longo do desenvolvimento deste projeto, muitos profissionais foram envolvidos diretamente na aplicação do mesmo, isso aconteceu de variadas formas lúdicas onde foi possível haver a colaboração entre os professores no sentido de reforçar um trabalho desenvolvido na área de Saúde e Qualidade de vida. Foram construídos brinquedos a partir de materiais recicláveis e os resultados foram muito bons.
Detalharei a seguir algumas de nossas construções, também seguirão anexos arquivos para visualização de fotos, disponíveis no blog da E.E.Yolando Mallozzi:

Atividade Esportiva Motora – Profª. Ana O. C. Camoezi Belli

Jogo da Memória Gigante

Consiste em: Cada aluno construir um jogo da memória reutilizando papelão.

Material

· Papelão
· Folha A4
· Lápis de cor ou semelhante
· Tesoura

Etapas

1º Passo: Dobrar uma folha de sulfite em de forma a conseguir 16 divisões,
2º Passo: Desenhar ou escrever conteúdo dentro de cada retângulo figura relacionado a tema proposto,
3º Passo: Colar esta folha sobre o papelão,
4º Passo: Recortar os retângulos com os desenhos que já deverão estar sobre o papelão,
5º Passo: Juntar todos os retângulos obtidos com cada aluno,
6º Passo: Recolher todas as peças obtidas e misturá-las para iniciar o jogo propriamente dito,
7º Passo: Verificar quem consegui o maior número de pares e conceder-lhe a vitória,
8º Passo: Reaplicar o jogo no mínimo uma vez por semana para fixação de conteúdo e desenvolvimento da memória.

Bilboquê

Material

· Garrafa Pet
· Tesoura
· Barbante
· Folhas de papel usadas ou de revistas velhas

Etapas

1º Passo: Cada aluno deverá trazer uma garrafa Pet,
2º Passo: Recortar a garrafa de 15 a 20 cm a partir do gargalo,
3º Passo: Retirar as rebarbas,
4º Passo: Encapar toda a volta recortada com fita crepe para evitar cortes nas mãos das crianças,
5º Passo: Furar a tampinha com prego,
6º Passo: Passar um fio de barbante de aproximadamente 80 cm e dar um nó,
7º Passo: Recolocar a tampinha na garrafa recortada, com o nó para dentro e o fio para fora,
8º Passo: Fazer uma bolinha de papel e amarrá-la na extremidade do fio
9º Passo: Utilizar o brinquedo, tentando colocar a bolinha dentro do respectivo copinho,
10º Passo: Variação - Retirar a tampinha com o fio e distribuir bolinhas de borracha,
11º Passo: Jogar a bolinha utilizando o copinho tanto para laçar, quanto para receber a bolinha, inicialmente com a mão direita e posteriormente com a esquerda.

Esgrima

Consiste em confeccionar uma espada, para que seja possível aplicar os fundamentos básicos da esgrima, utilizando material reciclável.

Material

· 6 garrafas Pet (Dolly) por pessoa
· Tesoura
· Fita durex transparente larga (5 cm)
· Fita durex prateada brilhante larga (5 cm)



Etapas

1º Passo: Cada aluno deverá trazer 6 garrafas Pet do Refrigerante Dolly,
2º Passo: Recortar 10 cm abaixo do gargalo retirando a parte de cima da garrafa,
3º Passo: Retirar também a parte de baixo recortando toda a volta da “bundinha” da garrafa,
4º Passo: Nesse momento você terá um tubo de aproximadamente 20 cm de altura, corte o tubo no sentido vertical de cima para baixo,
5º Passo: Abra a folha de Pet e dobre ao meio no sentido horizontal, você obterá dois tubos de aproximadamente 10 cm de largura por 30 cm de comprimento,
6º Passo: Enrole os tubos um de cada vez, formando um cone com espessura de 1 dedo e comprimento aproximado de 15cm,
7º Passo: Passe fita durex transparente larga (5 cm), por toda a extensão do cone, repita este processo em todos os cones que enrolar,
8º Passo: Encaixe um cone dentro do outro,
9º Passo: Passe a fita durex transparente larga (5 cm) nos encaixes, para dar firmeza,
10º Passo: Repetir este processo com todos os outros cones,
11º Passo: Junte todos os cones até atingir o tamanho ideal (de90cm a 1m), não esqueça de passar a fita durex em todos os encaixes,
12º Passo: Escolha uma das bocas de garrafa já cortadas, tire as rebarbas para evitar cortes,
13º Passo: Inverta a boca da garrafa, vire o gargalo em direção ao seu pé (para baixo),
14º Passo: Coloque o corpo da espada dentro do gargalo da garrafa de baixo para cima, neste momento você deverá medir a sua empunhadura, ou seja, veja qual o tamanho necessário para segurar a espada confortavelmente, marque este lugar com caneta hidrocor,
15º Passo: Feito isso sua espada está quase pronta, caso o corpo da espada esteja muito fino, passe fita durex na área marcada até atingir a espessura exata do gargalo,
16º Passo: Após marcar o local da empunhadura, retire o corpo da espada do gargalo e encape-o com fita durex larga prateada brilhante,
17º Passo: Encaixe novamente o corpo da espada novamente no gargalo medindo sua empunhadura, encape com fita durex prateada brilhante a empunhadura,
18º Passo: Fixe com esta mesma fita a empunhadura no corpo da espada para que não haja movimento durante a utilização da mesma,
19º Passo: Sua espada esta pronta.


OBS. A construção desta espada só foi possível, graças à colaboração da Profª. Claudia Demétrio Hilário (área de atuação-Informática e arte), a qual é a criadora e responsável pela idéia de reutilização de material reciclável, transformado em espada, sem a qual as aulas de esgrima não teriam a mesma realidade e beleza.


Experiências Matemáticas – Profª. Liliana Rizzi de Barros

Jogo de Damas

Material

· 24 tampinhas de Pet ou 24 tampinhas metálicas
· Papel picado
· Cola liquida
· Bisqui (massinha)
· Papelão
· Tesoura
· Caneta hidrocor
· Lápis de cor
· Régua

Etapas

1º Passo: Obter 24 tampinhas de Pet ou metálicas pré - lavadas e secas,
2º Passo: Com as tampinhas viradas de boca para cima, preencher a profundidade com papel picado e cola,
3º Passo: Modelar massa de bisqui na boca da tampinha,
4º Passo: Colocar os olhos de plástico e usar a criatividade individual para fazer o nariz e a boca,
5º Passo: Deixar secar,
6º Passo: Confeccionar o tabuleiro de damas que deverá ter 32 cm de comprimento por 32 cm de largura, sendo dividido de 4 em 4 cm totalizando oito casas em cada linha vertical e cada linha horizontal,
7º Passo: Pintar as casas do tabuleiro,
8º Passo: Utilizar o jogo em aula de Experiências Matemáticas ou em aulas de Atividade Esportiva Motora.

Palhaço Pet

Material

· Fundo de garrafa Pet
· Papelão
· Tesoura
· Régua
· Balas
· Cola quente
· Compasso

Etapas

1º Passo: Utilizando as sobras (“bundinha”- parte de baixo) de garrafas utilizadas para confeccionar a espada, retirar as rebarbas e igualar os tamanhos em aproximadamente 4 cm de altura,
2º Passo: Preencher com balas estes potinhos, trabalhando quantidade com os alunos,
3º Passo: Confeccionar a carinha do palhaço utilizando papelão e trabalhando formas geométricas (circulo e triangulo),
4º Passo: Colar com cola quente, a Carinha depois de pronta, em cima do potinho de Pet,
5º Passo: Presentear a criança com o trabalho finalizado (Dia da Criança),
6º Passo: Realizar mapeamento posterior, no sentido de perceber o que de fato foi absorvido pela criança durante esta aprendizagem.


Arte - Profª. Claudia Carmo

Bandeiras em Garrafas Pet-Olimpíadas

Material

· Garrafas pet com tampa
· Tinta branca
· Lápis ou grafite
· Tintas coloridas (vermelha, branca, amarela, azul, verde, preta, etc.).
· Pincel fino e largo
· Plástico protetor de carteiras


Etapas

1º Passo: Cada aluno deverá trazer uma garrafa Pet higienizada, seca e com tampa,
2º Passo: Pintar as garrafas de branco,
3º Passo: Desenhar a bandeira referente a cada país usando lápis ou grafite (professor),
4º Passo: Pintar as bandeiras já desenhadas com as cores referentes aos paises escolhidos,
5º Passo: Expor o trabalho em festa ou feira cultural,
6º Passo: Ao final da exposição entregar cada bandeira Pet ao seu respectivo dono.
7º Passo: Mapear o que de fato foi absorvido durante o desenvolvimento desta atividade.


Saúde e Qualidade de Vida – Profª. Bárbara Eruci Cianci da Silva


Mini - Coleta Seletiva


Material
· Rolinhos de papel higiênico
· Guache vermelho, verde, amarelo e azul.
· Pincel
· Folha sulfite
· Papel cartão ou papelão
· Canetinhas coloridas
Etapas
1º Passo: Os guardiões da natureza passaram todos os dias em sala por sala recolhendo rolinhos de papel higiênico.
2º Passo: Pintar com tinta guache vermelha um rolinho de papel higiênico e deixar secar.
3º Passo: Pintar com tinta guache verde um rolinho de papel higiênico e deixar secar.
4º Passo: Pintar com tinta guache amarela um rolinho de papel higiênico e deixar secar.
5º Passo: Pintar com tinta guache azul um rolinho de papel higiênico e deixar secar.
6º Passo: Recortar com a folha sulfite, quatro etiquetas e colocar com canetinhas os nomes dos lixos: papel e papelão, plástico, vidro e metal.
7º Passo: Colar as etiquetas com os nomes dos lixos correspondendo corretamente com as cores. Ex.: verde = vidro; amarelo = metal; vermelho = plástico; azul = papel e papelão.
8º Passo: Recortar um retângulo de 10x16cm de papel cartão ou papelão para colar os rolinhos como suporte.
9º Passo: Após secar, sua mini - coleta seletiva está pronta e... É só começar a coletar!


METODOLOGIA DE MAPEAMENTO
“Hoje, talvez o bom professor seja aquele que provoque mais questionamentos do que forneça respostas”.
É partindo deste pressuposto que iniciamos este projeto, tentando despertar em nossos alunos o carinho pelo local em que vivemos, ou seja: primeiramente em nossas casas, o que é possível mudar para ficar melhor? Em seguida em nosso bairro, será que podemos fazer algo para melhorá-lo? Na seqüência em nossa escola, o que gostaríamos de manter e o que gostaríamos de mudar? Tendo respondido a todas estas perguntas eles estarão dando o primeiro passo em direção a mudança de comportamento em relação ao meio em que vivem tornando-os um pouco melhor e mais agradável. Quando eles começam a perceber que são seres diretamente atuantes nestas modificações, percebem a necessidade de fazer algo, também pelo planeta, pois este será o mundo que terão para viver até a sua velhice e se ele não for agradável de quem é a responsabilidade? Se conseguirem visualizar qual será a resposta então terão se transformado em seres críticos capazes de lutar por um mundo melhor, partindo de seu ambiente mais próximo para tentar chegar ao ambiente global.

METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO (levá-lo a)
· Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente onde vivem e sua influência no mundo;
· Valorizar a diversidade, posicionando-se a favor da vida e respeito às diferenças.
· Encontrar meios de solucionar, ainda que parcialmente este problema global,
· Sugerir uma forma de intervir nos processos que causam o aquecimento do planeta,
· Aumentar a intensidade das ações educacionais,
· Vivenciar novas experiências com relação ao conhecimento deste assunto,
· Viver sua corporeidade, assumindo a responsabilidade de cuidar de seu corpo estabelecendo uma relação saudável, consigo mesmo, com o outro e com o mundo natural,
· Através de suas atitudes de respeito ao próximo, entender a necessidade de também respeitar o meio em que vive,
· Zelar pelos direitos próprios e alheios a um ambiente cuidado, limpo e saudável, em casa e na comunidade e em sua escola;
· Compreender as mudanças climáticas e as conseqüências para o meio.
· Controlar suas vontades de forma racional e equilibrada, suas necessidades, paixões e emoções,
· Resgatar valores perdidos ao longo do crescimento,
· Consolidação das ações, de forma a incorporar novos hábitos,
· Mudança de conduta com relação ao ambiente, gerando mudança de conduta social.

METOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação está sendo feita de forma contínua, sendo observados os resultados obtidos em cada etapa de aprendizagem e principalmente quanto ao nível de conscientização e interesse demonstrado pelos alunos, sem o qual não é possível a continuação e realização deste projeto. Ao final deste ano será solicitado a uma parte do grupo (4ª séries), que façam um relato das metas atingidas e que lição pôde tirar durante estes dois anos de trabalho, pois este grupo se despede da E. E. Yolando Mallozzi, este ano, uma vez que esta unidade escolar é apenas de 1ª a 4ª séries.
“Por este motivo se possível, anexaremos vídeos e fotos para que possam ter uma noção mais exata do que realmente vem sendo desenvolvido por este grupo de professores.”

RESULTADOS QUANTITATIVOS

Estes resultados serão comprovados mediante cópia da freqüência escolar de classe, uma vez que é um projeto desenvolvido dentro de uma unidade de ensino, abrangendo um grande número de alunos, onde há a interdisciplinaridade com as demais áreas de conhecimento existentes na escola. Vale dizer que a comprovação do desenvolvimento dos trabalhos só serão possíveis, mediante fotos ou filmagens, uma vez que não há nenhum tipo de registro específico, por se tratar de um projeto que já vem sendo desenvolvido muito antes da iniciação deste curso. No entanto irei descrever algumas atividades realizadas com estes grupos: Confecção de espada para aprendizagem da esgrima (espada confeccionada a partir de reutilização de garrafas pet), construção de jogos de tabuleiro, exemplo: damas (jogo construído a partir da reutilização de tampinhas de garrafas tanto metálico, quanto de pet e reutilização de papelão), jogo de bilboquê (confeccionado a partir de garrafas pet), miniaturas simbolizando latões para coleta seletiva (confeccionada a partir da reutilização do cone que sobra quando acaba o papel higiênico, pintados cada um na cor dos latões da coleta seletiva), etc.

RESULTADOS QUALITATIVOS

Por se tratar de um projeto relativamente novo, mesmo já tendo quase dois anos de aplicação, podemos dizer que muito sutilmente, percebemos algumas mudanças de conduta com relação ao tema proposto. Além disso, observamos também que aumentaram os questionamentos, o que denota um aumento gradativo do interesse e principalmente da mudança de conduta, pois quando percebem o que é possível ser feito por eles mesmos, ficam animados e nos cobram mais atividades que tenham esta mesma ênfase.
Uma grande colaboração foi a utilização do blog, introduzida no curso, uma vez que a E. E. Yolando Mallozzi também dispõe de seu próprio blog, para divulgar suas ações e trabalhos desenvolvidos ao longo deste período.

METAS
Ludicidade: Brincadeiras, oficinas temáticas, jogos recreativos...
Atividades Culturais: Produção/construção brinquedos com sucatas e materiais diversos, pinturas, trabalhos manuais e dança.
Temas Transversais: Valores éticos (respeito, cooperação e amor por tudo que é de todos...).
Meio Ambiente: Valorização da Natureza, reciclagem, valorização da comunidade, respeito ao cidadão, reaproveitamento de material reciclável para construção de brinquedos e incentivo a criatividade, seja para uso próprio ou comercialização do produto final.
Abordagem Social: Valorização social e pessoal.

ACOMPANHAMENTO

No decorrer do desenvolvimento do Projeto estaremos observando as atitudes das crianças nos diversos momentos das atividades, discutindo em reuniões específicas (entre os professores da unidade), os resultados alcançados e avaliação final com as crianças e principalmente discutindo, o quanto foi absorvido? Com relação à necessidade de colaborarmos com o nosso planeta, porque existe esta necessidade? E se foram participantes ativos desta aventura de transformação?

CRONOGRAMA

Este projeto foi iniciado em abril de 2007, sendo uma aula semanal para cada turma, e a continuação deste projeto está vinculada aos resultados obtidos, especialmente no aspecto comportamental fora das atividades orientadas, uma vez que os alunos terão que atuar de forma consciente, responsável, aplicando de maneira saudável tudo o que for ensinado.


PÚBLICO ALVO

Alunos de 1ª a 4ª séries


PROJETO ELABORADO POR:

Professora: Ana Odília da Costa Camoezi Belli-Atividade Esportiva Motora
Colaboradores: Todos os professores da E.E.Yolando Mallozzi, citados acima e todos os outros envolvidos com o tema (Meio Ambiente), dentro de sua área, interdisciplinando com as demais, sem o que seria impossível a realização deste projeto.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

PROJETO MEIO AMBIENTE E.E.YOLANDO MALLOZZI

PROJETO MEIO AMBIENTE
RECICLAR PARA NÃO DESPERDIÇAR
COM ÊNFASE NO AQUECIMENTO GLOBAL
E MUDANÇAS DE VALORES SOCIAIS

“Consciência ambiental através de mudança de conduta e de valores ”

RESUMO

O projeto surge da necessidade em que se encontra o meio ambiente, há urgência em se estabelecer um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, da responsabilidade e da solidariedade. À medida que a humanidade cresce suas necessidades de intervirem no meio em que vivem acompanham esse crescimento. Todo indivíduo tem a capacidade de desempenhar papéis importantes na melhoria do planeta. Aos educadores cabe a responsabilidade de despertar no aprendiz o senso de auto-estima e confiança indispensáveis para que acredite o suficiente em seus potenciais e passe a exercer plenamente sua cidadania.


INTRODUÇÃO

Vale observar que no contexto educacional a linguagem escrita e oral ainda tem ocupado o centro das intervenções pedagógicas, em detrimento de outras linguagens que também são importantes na formação humana, por isso a escola precisa levar em consideração, além da escrita e da oralidade, a dramatização, a música, o toque, o ritmo, a dança, a brincadeira, o jogo, as atividades físicas, enfim as inúmeras formas de manifestações corporais.
O brincar deve ocupar um lugar de destaque no trabalho pedagógico, principalmente nas aulas de Atividades Esportivas Motoras. Brincar de diferentes formas, diferentes tempos e espaços. Construir brinquedos, utilizar diferentes objetos durante as brincadeiras, ressignificando-as pela imaginação e criando múltiplas formas de brincar e desta maneira fazê-los compreender a necessidade de fazermos algo pelo nosso planeta, pois ao brincar o aluno representa a realidade utilizando-se de símbolos e desta forma, vai se apropriando e construindo significados, valores e conhecimentos sobre a cultura e amplitude de seus atos.
Para tanto pretendemos conseguir com este projeto que eles percebam a importância da reutilização de materiais, evitando dessa maneira o consumo desordenado e desnecessário, pois quando perceberem que é possível desenvolver atividades com material reciclado e o mais importante feitos por eles, de maneira que poderão entender e visualizar que esta é uma das formas de colaborarmos com o meio em que vivemos, evitando desperdício e conseqüentemente deixando de retirar do meio ambiente aquilo que já temos, basta apenas sermos criativos e amarmos nosso planeta, pois quem não ama não cuida desta maneira fica mais claro perceber a importância social e ambiental deste projeto.

PROFª. ANA ODILIA DA COSTA CAMOEZI BELLI

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Educação para a cidadania contra a pobreza


POBREZA: subst. Fem. 1. Estado ou qualidade de pobre. 2. A classe dos pobres.
POBRE: adj. 1. Que não tem o necessário à vida; sem dinheiro ou meios. 2. Que denota pobreza. 3. Pouco produtivo. 4. Pouco dotado.

(Isto é o que consta no nosso velho amigo, minidicionário da Língua Portuguesa do “tio” Aurélio.)

Falar sobre pobreza é fácil. Enxergar a pobreza é fácil. Mas é muito difícil encontrar soluções. Em nível global, é pior, porque fica mais fácil identificar a pobreza por uma diferença, ou melhor, desigualdade social entre países, as explorações que ocorrem e por aí vai.

Então, prefiro falar em menor escala, e falar sobre as soluções para a pobreza no Brasil.
Acredito que uma educação voltada para a cidadania, formação de cidadãos é uma boa solução. Afinal, temos escolas públicas, temos programas políticos para dar assistência às necessidades básicas para uma vida e o crescimento/evolução/progresso individual, dependeria realmente de cada um.
Isso é a teoria, na prática, parece que as coisas não funcionam assim, problemas vão se somando, falhas vão se somando e a “coisa não vai” por um “deixa que eu deixo”.

Acho que a educação tem papel fundamental para promover uma consciência a respeito da cidadania, de direitos e deveres dos cidadãos brasileiros. Com isso, as pessoas teriam uma base melhor para se organizarem e fazerem valer seus direitos e exercerem uma real política.
O problema é que a educação não teve a atenção merecida por muito tempo. Raramente se colocam questões a respeito de cidadania e constituição brasileira... E todos se sentem excluídos e não-cidadãos. Esses assuntos deveriam ser mais discutidos do que equações matemáticas e disciplinas sem ligação com a vida de cada aluno...

Penso que educação e conhecimento levam à autonomia e com isso a uma saída da pobreza. A pobreza financeira ou de recursos é reflexo de pobreza de saberes, conhecimentos e vontade.
A pobreza causa degradação ambiental seja por uso/exploração incorreta do meio ambiente, seja por reflexo de como as pessoas sentem que são tratadas.

Nisto, a Educação Ambiental tem importância fundamental no despertar de consciências sobre a responsabilidade da construção da vida de cada um, de como tratamos o meio e as pessoas. Por isso, a Educação Ambiental é um instrumento de Educação para a Cidadania, mostrando o que pode ser feito e como, com co-responsabilidade e co-operação.
O MEIO AMBIENTE é o grande meio! Onde se começa a perceber que compartilhamos nossas vidas com todos... É reflexo de nossos sonhos e ações... E, portanto, depende de cada um e de todos nós.
Apesar de escrever pensando no Brasil, com poucas adaptações, poderiam ser soluções globais.